domingo, 3 de junho de 2012
Assuntos da mesma temática [Clara Novais] #3.2
sexta-feira, 1 de junho de 2012
O programa com tudo isso e nenhum diploma de jornalista - [Débora Vieira] #3
Da mesma forma que os âncoras de telejornais, Dani Calabresa e Bento Ribeiro, manchetam as principais notícias que serão apresentadas. Abaixo eu coloco um vídeo do Jornal Nacional e do Furo que ilustra esse fato.
Outra característica do Furo que se assemelha ao jornalismo é a divisão por editorias, ou seja, temas mais abrangentes que caracterizam a abordagem da matéria, como Política, Cotidiano, Celebridades, Saúde e etc. No FURO MTV antes de dar as notícias os apresentadores falam o nome da editoria, o que já é um pouco diferente dos telejornais, no qual os âncoras não fazem isso, mas no jornal impresso, por exemplo, os cadernos são divididos por editoria. Além disso, o Furo faz adaptações as editorias tradicionais (política, nacional, saúde, economia, cultura), eles sempre "criam" editorias mais específicas como Eleições 2010, celebridades, Rio de Janeiro, São Paulo.
Ao longo de 2010 o Furo MTV começou a utilizar em suas matérias uma mesma técnica utilizada em telejornais. Ao exibir a matéria é apresentado uma "chamadinha" em texto que aparece na tela como um resumo da notícia.
Abaixo um vídeo da TV alterosa e do Furo MTV que ilustram isso.
O tempo todo o Furo MTV se utiliza desses elementos do jornalismo aos quais as pessoas já estão acostumadas para dar legitimidade ao seu formato, que se propõe a parodiar um telejornal e a contar piadas a partir de fatos do dia que foram notícias em outros jornais. Portanto, ao usar elementos do jornalismo o Furo se assemelha ao mesmo, mas ao fazer adaptações eles transformam o que já é comum e tradicional do jornalismo em uma peculiaridade do Programa.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Violência, uma temática recorrente [Mariana Moraes] #3
Como ficou perceptível em minha última postagem, quase sempre o rap apresenta em suas letras a violência nua e crua das periferias, em alguns casos muitas dessas músicas acabam fazendo apologia à violência; esse foi um dos fatores que me levou a destinar essa quinzena à analise dessa relação entre o rap, a violência e a mídia.
Outro fator que me levou a esse tópico, foram casos como o do rapper Sabotage. Descoberto pelo Racionais MC’s ele tinha um carreira extremamente promissora no rap nacional, suas músicas abordavam temas como violência policial, miséria, drogas e a favela, assuntos que fizeram parte de sua adolescência – nasceu e morou em favelas, foi interno da FEBEM e traficante. Tentando se afastar da guerra entre quadrilhas pelo comando do tráfico, Sabotage até mudou-se, no entanto, do dia 24 de janeiro de 2003 ele foi morto em seu carro.
Nessa quinzena eu encontrei uma transcrição de uma apresentação da Isabelle Sounier no site do SESC-SP, a partir dela e de outras pesquisas percebi algo bem óbvio na verdade; as letras da maioria dos raps brasileiros tratam de violência, porque o rap é uma forma de expressão das camadas mais humildes, camadas essas que estão super expostas a todo tipo de violência e humilhação. É uma forma de narrar o que acontece todos os dias onde eles vivem, de divulgar sua história de vida ou até mesmo de reagir à violência que estão expostos. Minha postagem anterior apresentou diversos casos em que músicas com teor violento foram censuradas, talvez isso seja apenas um reflexo da alienação dos mais ricos, que se protegem atrás de mecanismos que os impedem de conhecer uma realidade tão distante das suas. Talvez seja só uma forma do poder público esconder o que acontece de fato nas periferias e favelas do Brasil. Infelizmente são diversos os casos que terminam como a história do Sabotage, mas isso não deveria destinar o rap à marginalidade e criminalidade como muitos o fazem.
Fontes: Portal SESC, Cultura Hip Hop, Wikipédia.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Tiop açim, comofas1?!/ [Daniella Rodrigues] #3
Por um milagre, no domingo eu encontrei um site, o youpix, que salvou a minha vida! E, para completar, encontrei um TCC sobre “Tiopês”, que ainda não terminei de ler.
Mas, afinal, o que é o “Tiopês”? Bem, quando decidi procurar sobre memes relacionados a escrita e a fala, uma das coisas que eu mais me perguntava era: Porque as pessoas insistem em escrever tão errado na Internet?! Não um errado de trocar “mais” com “mas”, mas sim de escrever em vez de “tenso!”, “temço1!'”. De onde veio esse modismo?!
O “tiopês” é nada menos que um idioma surgido na internet no qual você tem que escrever tudo errado. Mas, como já disse, o errado vai além de simplesmente desrespeitar a gramática: é preciso escrever do modo mais grosseiro, tosco, ininteligível possível!

ORIGEM: O primeiro registro de estilo do tiopês encontrado é do dia 4 de dezembro de 2004 e foi feito pelo usuário Misto Eleazar, no Orkut.
Por volta de 2006, surgiu o tiopês oficialmente: Todas os indícios levam à figura de Ale [Alessandro] Crescini, um usuário do Orkut que ficou muito popular devido à sua forma peculiar de escrita. Além de cometer alguns erros ao usar o teclado, Ale não tinha um bom domínio da gramática. Algumas pessoas, então, começaram a imitar o seu modo de escrita, trocando mensagens com pequenos erros, não apenas com Ale, mas entre si. Interessante falar que o próprio nome TIOPÊS vem da palavra “tipo” escrita errada “tiop“.
Inicialmente, os internautas extrapolaram e começaram a trocar mensagens umas com as outras no próprio scrapbook de Ale, o que resultou em um verdadeiro chat. Depois, o próprio Ale criou uma comunidade chamada “Ale 100% amizade e cupido‖”, na qual estas pessoas continuavam a se comunicar.
A primeira comunidade a falar do tiopês diretamente foi a Tiopês – A Revolução, que era uma verdadeiro manual do dialeto e trazia toda a história da língua e um comofas intensivo pra ensinar todo mundo a falar! Mais de 8 mil pessoas já passaram por ela!
Entretendo, como foi dito pelos blogueiros do Teletube, site que falava sobre o universo de games, ícones da cultura pop, televisão e séries, narrado em textos marcados por expressões do tiopês – hoje já está fora do ar – “o tiopês pode ser considerado uma linguagem caricatural, crítica e bem-humorada a respeito do analfabetismo funcional brasileiro, que é um dos maiores do mundo” e que, pra falar um bom tiopês, você precisa saber muito bem português, já que os erros tem que estar acertadamente nos lugares certos!
Hoje, é bem difícil ver alguém escrevendo em “tiopês puro” na internet. Mas a herança que a língua deixou na web é inegável, já que ela é a origem de vários memes que a gente usa atualmente, como por exemplo:corrão, fikdik, não tá fácio, comofas e por aí vai.
Se vose ficol intereçado neçe estranio dialeto -n deishe de conferir:


E curtir:

O Pasquim [Isabella Lucas] #3
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Invertendo: O Marketing Influenciando a Cultura [Filipe Mendonça] #3
Vamos usar de novo a Coca-Cola como exemplo, uma vez que parte de sua história já foi contada no primeiro post e, dessa forma, fica fácil enxergar o contexto. Em suas propagandas, a Coca-Cola sempre aparecia sendo tomada direto da garrafa - até então considerado um ato de má-educação pelos brasileiros - o que, com o tempo, levou os brasileiros a quebrarem esse paradigma e adotarem o "estilo Coca-Cola". Entre 1957 e 1965 a Coca se tornou a bebida favorita dos brasileiros e presença constante em festas, inclusive no Carnaval, que em 57 premiou premiou a escola que apresentou o melhor desfile e samba tendo como tema a bebida. Além disso, a influência da marca se tornou tão forte com o passar dos anos que foi citada até na música brasileira, e ainda por cima para se referir a uma geração inteira (música "Geração Coca-Cola" da Legião Urbana).
Também existem exemplos mais simples, que chegam até a passar despercebidos. É normal vermos pessoas chamarem, por exemplo, achocolatado em pó simplesmente de Toddy (mesmo que aquela não fosse a marca do achocolatado em questão), ou palha de aço de Bombril, etc. Isso mostra como uma marca pode influenciar até no modo das pessoas falarem ou nomearem algo. É não só o domínio de uma marca no mercado como também a sua constante presença na mídia, reforçando a ideia de que tal marca é sinônimo de tal produto por ser a melhor (mesmo que isso não fique tão claro na propaganda).
Fonte: Coca-Cola Brasil
http://pt.shvoong.com/humanities/149724-…
A jovem contraditória de Gloss. [Karina Carvalho #3]
| Capa Gloss Maio-2012 |
O link do site da Gloss pra quem quiser folhear a revista:http://gloss.abril.com.br/folheie/
A nova tipografia, terceiro período tipográfico [Tomás German] #3
Seja Feliz! [Matheus Couto] #3
Less is More [Idgie Pena] #3
- Tipografia simples e clara
- Background discreto
- Espaço em branco
- Uso do Grid
Clique para visitar o site:

Clique para visitar o site:

Clique para visitar o site:
Michael, they don't care about us [Gabriela Bianchi] #3
Obey the giant [Júlia Amaral] #3
Ao longo da última semana, li entrevistas com Shepard Fairey e outros artistas, encontrei um filme produzido a partir da sua história de vida, assisti o documentário sobre grafitti "Bomb It" - que conta com a participação de Fairey -, pesquisei mais sobre o processo que ele está sofrendo (visto que no bate-papo com o artista ele não pode falar muito sobre o assunto, por questões judiciais), descobri que ele fez um clipe do Death Cab for Cutie e repassei o arquivo de imagens de Shepard.































