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sábado, 23 de junho de 2012

At last… [Idgie Pena] #5


Para essa última quinzena, designei a criação de no mínimo duas peças seguindo estilos estudados e, para o post, compartilhamento das conclusões às quais cheguei durante o percurso.

Quanto às peças, decidi que seriam versões para um convite de casamento, e os estilos escolhidos foram o tipográfico e o vintage/retrô. Minha opção pelo vintage/retrô veio do fato de ser a estética que mais me agradou, então seria prazeroso criar algo fazendo uso da mesma; a outra opção foi pelo fato do estilo tipográfico ter sido o que tive mais dificuldade de estudar, então achei que seria interessante explora-lo mais. Depois de pesquisar vários gêneros que eu poderia fazer uso (propagandas, cartazes de filmes, capas de dvd/cd, posteres de festas, etc), optei por convite de casamento por ser uma peça que dá margem à várias releituras, e achei que seria interessante para mostrar que o combo “papel branco + letra de caligrafia” não é o único possível. Algumas referências de convite que levei em consideração:

gaiolas
grey
Harding_Wedding
lhama wed
marriage
save the date2
tie_that_bindsweb

Não acrescentei as peças que fiz aqui porque, como elas são o fruto final da minha pesquisa, julguei ser mais interessante mostrá-las somente na apresentação final.

Em relação ao que aprendi com a pesquisa do semestre, creio que houveram alguns pontos positivos e outros negativos. Semestre passado, meu tema foi bastante teórico, ao contrário deste, e pude perceber que é muito mais difícil pesquisar e definir verdades sobre coisas tão fluidas quanto meu tema atual. Gostaria de ter alcançado uma maior abrangência – no sentido de maior número de estéticas –, mas o tempo gasto em tentar consolidar teoricamente um assunto extremamente prático tornou isso difícil. Por outro lado, foi bastante divertido pesquisar sobre algo que me interessa muito, e sem dúvida pude aprender bastante com isso. Espero que isso se reflita na criação das minhas peças, de agora em diante.



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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Design Tipográfico [Idgie Pena] #4


Sem dúvida, esse foi o post mais difícil de fazer. Quando defini o assunto dessa quinzena – '”tipografia como elemento do design”, já imaginei que, por ser um tema mais amplo que os outros, seria mais trabalhoso, além do fato de que ainda não havia encontrado uma bibliografia ideal. Depois de buscar em vários blogs e sites sobre design, decidi alterar o título dessa postagem para “Design Tipográfico”, encaixando-se nessa categoria peças que utilizam o texto não somente como informação verbal, mas principalmente como informação visual. Creio que isso ficará mais claro com os exemplos que trarei, notadamente de posteres tipográficos.
Após decidir o escopo da minha pesquisa, me deparei com a dificuldade de encontrar uma bibliografia relevante. A maior parte do conteúdo disponível sobre esse tema é somente de exposição das peças, além de que existam pôsteres tipográficos minimalistas, vintage, futuristas, Bauhaus, etc… Para que fizesse sentido, precisava encontrar algo que dissesse respeito não ao estilo adotado, mas à escolha comum de utilizar a tipografia como centro da peça. Depois de muita procura, encontrei dois artigos que gostei muito, cada um com duas partes. O primeiro analisa casos em que há uma convergência entre os aspectos verbais e visuais, sendo dividido nas partes When Typography Speaks Louder Than Words e Why Subtle Typographic Choices Make All The Difference. O segundo chama-se Qual fonte combina com esta?, parte I e parte II; trata-se de um apanhado de dicas de como combinar tipografias diferentes.
Alguns exemplos:
dear_typography_poster_FINAL

med4baby2

 

MusicPhilosophy_1
smashingpumkins2
type-1
Untitled-1
Como essa quinzena tive mais coisas acerca do meu trajeto para compartilhar do que nas outras quinzenas, decidi dedicar o post mais à essa parte da pesquisa. Deixarei minhas conclusões mais práticas para o relatório final, mas adianto que, embora essa quinzena tenha sido a mais difícil, estou bastante inclinada a escolher o Design Tipográfico como um dos estilos a partir dos quais criarei peças, na próxima quinzena.
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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Less is More [Idgie Pena] #3


O Minimalismo, tendência estudada durante a última quinzena, já se tornou um termo amplamente difundido, mesmo que às vezes não saibamos exatamente o que ele implica. Para desvendá-lo, li artigos nos blogs ChocolaDesign, Ctrl N e um artigo entitulado  The Different Elements that Bring Together Minimalistic Design”, no site Design Reviver. Os dois primeiros me serviram principalmente como repertório de peças – das tendências estudadas até agora, essa foi a que encontrei maior número de exemplos –, enquanto o terceiro foi ideal para definir as características do Minimalismo. O que observei na grande maioria das peças que vi foi quase que exatamente o que foi trazido pelo artigo, e por isso o tomarei como base para a enumeração de algumas características que constituem um design minimalista.
  • Tipografia simples e clara
Há um grande foco na legibilidade, de forma que tende-se a usar tipografias como a Blue Highway – quando é necessário uma mais espessa – ou a Roboto – quando se deseja uma de de menor espessura.
  • Background discreto
Quando o fundo não é chapado, as texturas e padrões utilizados não devem chamar mais atenção do que o conteúdo principal da peça.
  • Espaço em branco
Em todo design minimalista, o espaço vazio tem grande presença. Ele serve para deixar os elementos mais separados, ao mesmo tempo destacando-os.
  • Uso do Grid
Resumidamente, usar Grid significa diagramar os elementos tomando como base linhas-guia verticais e horizontais, o que demonstra uma preocupação muito grande com fatores como alinhamento, proporção, margem, etc.
Algumas peças para ilustração:

300
abba
dd
hidden
hidden1
ovo
treeson
Clique para visitar o site:
make area
Clique para visitar o site:
TJ
Clique para visitar o site:
fajne
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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Old but Gold [Idgie Pena] #2

 

A tendência que explorei nessa quizena foi a de peças – em mídias on e offline - que seguem uma linha vintage ou retrô; para perceber o quanto essa estética é atual, basta lembrar do Instagram, aplicativo cuja função era deixar as fotos com um aspecto antigo, e que foi vendido por 1 bi de dólares. Meu material de estudo dessa quinzena foi o livro Design Retrô¹ e o conteúdo disponível nos blogs ChocolaDesign, Designices, Design by Insight e no The Wall Street Journal.
Primeiramente, me ocupei de descobrir a diferença entre os termos.
Para o autor Beat Schneider em Design – Uma Introdução (Ed. Blucher, p. 206), o design retro look “trata-se de uma reinterpretação atual de características históricas do design. Os produtos lembram os seus predecessores, mas, ao mesmo tempo, sua linguagem de produto não deixa dúvidas de que eles provêm da atualidade. De forma simbólica, são referências ao passado e ao presente.” Por exemplo, o ‘New Beetle’ da Volksvagen ou a Linha Retrô da Brastemp. O termo vintage, por outro lado, refere-se a produtos de décadas passadas, mas que ainda podem ser encontrados hoje. Por exemplo, uma bolsa encontrada num brechó ou um daqueles telefones antigos vendidos em lojas de antiguidades.
No que diz respeito ao design, essas duas vertentes se misturam bastante. Separei algumas peças que podem ser classificadas como retrô ou vintage (todos da última década):
image
heinzheinzclose
cocaretro
lata-historica-mate-leaolata-retro-anos-40-matte-leao
the-good-husband-guide-capa 2010the-good-wife-guide 2007

granado

granado
 
A partir da observação de diversas peças, pude perceber que elas se dividem em duas linhas, com algumas características em comum e algumas divergências:

Uso de texturas grunge como fundo Uso de fundos chapados ou de texturas regulares (granuladas, por ex.) ou padronagem
Uso de tons pastéis Uso de tons pastéis
Combinação entre tipografias espessas e sem serifa – como a Bodoni e a Herald Square -, com serifa – como a Nouvelle Vague – e aquelas que remetem à escrita. Uso de tipografias mais modernas, mas ainda há combinação entre tipog. sem serifa mais sóbrias – como a Bebas Neue – e outras cursivas, porém sem pretensão de imitar fielmente a escrita, como a Lobster.
- Uso de pictogramas, badges e banners.
Uso de fotografias que simulam ilustrações Predominância de vetores
Não consegui definir uma linha como sendo vintage e uma como sendo retro, mas creio que o repertório de elementos estudado é mais importante que a divisão em si.

¹ RAIMES, Jonathan; BHASKARAN, Lakshmi. Design Retrô: 100 anos de design gráfico. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2007.
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segunda-feira, 30 de abril de 2012

O Design na Web [Idgie Pena] #1


icone
Esse semestre, o meu Projeto será sobre tendências que emergem no Design, e por isso grande parte do meu trabalho consistirá em procurar peças, campanhas, sites e outras formas de manifestação das tendências que estudarei na parte teórica.
A primeira quinzena foi dedicada a fazer um apanhado de tendências que perpassam o Web Design; para isso, li o artigo “The Real Design Trends For 2011”, no site Web Design Shock. Depois de ler o seu conteúdo, percebi que boa parte dos sites/blogs que eu já visitava apresentavam layouts com aquelas características, e por isso poderei usa-los como exemplo, além daqueles contidos no próprio artigo. Duas coisas que notei, entretanto, é que boa parte das tendências que irei citar a seguir são utilizadas muito mais enfaticamente por sites das áreas de design, publicidade, moda, arte, fotografia e outros ramos que se preocupam muito com o apelo estético do seu conteúdo. Isso não quer dizer que essas tendências não existam; muito pelo contrário, o que me parece é que certos setores funcionam mais como “medidores” de tendências do que outros, o que aliás foi algo que eu percebi também no meu Projetos A1, em outra situação. Outra coisa que percebi é que é bem dificil achar sites brasileiros que tenham um design mais arrojado, os sites que achei de exemplo eram todos de outros lugares do mundo… Infelizmente não encontrei uma explicação para isso, mas creio que seja um reflexo do conservadorismo que acontece também em outras áreas. Encontrei, entretanto, um site destinado a reunir os sites brasileiros que se destacam pelo design, o Web da Gente. Muito bom, recomendo!
Enfim, aqui estão as principais características que apreendi do artigo lido e alguns exemplos de sites em que elas podem ser notadas:
► Diga adeus ao excesso                                                                                                           
minimal
► Use o texto como imagem, e não só como informação                                                              
tipog
► Textura pode deixar tudo mais interessante                                                                              
textura
► As vezes, uma imagem diz tudo                                                                                              
foto
► Troque os ângulos retos por curvas                                                                                          
bordas
► Aposte na interatividade                                                                                                          
interatividade

Optei por colocar as características apenas como tópicos para não me alongar demais no post, e para que o conteúdo possa ser melhor desenvolvido no relatório final e apresentado na apresentação final.
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